O COE chega à Índia: Mais Agilidade para o Comércio Exterior
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Chega de papel! A partir de 1º de maio de 2026, o COE, Certificado de Origem Eletrônico, já utilizado nas exportações para o Chile, passa a ser aceito também para preferências tarifárias no âmbito do Acordo Preferencial Mercosul-Índia.

Para os exportadores brasileiros, a mudança representa menos burocracia, mais velocidade no desembaraço aduaneiro indiano e redução de custos logísticos. Para as unidades emissoras, o prazo é maio de 2026: é hora de iniciar os ajustes internos e garantir a plena operacionalização da nova modalidade.
Mas por que a Índia? O Brasil exportou US$ 6,9 bilhões para o país em 2024, com destaque para petróleo bruto, açúcares e melaços, óleos vegetais, minério de ferro e algodão. Com o COE agora válido para o mercado indiano, o momento é agora. O cenário econômico reforça essa aposta: a Índia é atualmente o país do G20 que mais cresce, com taxas entre 6% e 7% ao ano, e sua indústria avança rapidamente especialmente no setor farmacêutico, com empresas já presentes no mercado brasileiro.
Soma-se a isso o perfil de consumo da população indiana, majoritariamente vegetariana ou seguindo preceitos islâmicos, o que abre uma janela estratégica para exportações de alimentos de origem vegetal e produtos com certificação Halal uma oportunidade valiosa para o agronegócio brasileiro.
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